quarta-feira, 20 de julho de 2016

Sacramento da Penitencia: Como fazer uma boa confissão


Breve Preparação para a Confissão

Instituição

Jesus exerceu o poder de perdoar pecados, por exemplo, quando curou o paralítico. Deu esse poder aos apóstolos para a salvação das almas: “Em verdade, eu vos digo, tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado também no céu” (Mt XVIII, 18). 

Tudo o de que a Igreja necessita, tem. E nesse tudo está incluído o poder de perdoar os pecados, pois que o fim da Igreja é a salvação das almas.

E Jesus mesmo claramente disse, após a Ressurreição: “A paz seja convosco… como meu Pai me enviou assim também eu vos envio”.

Dizendo isto, soprou e lhes disse: “Recebei o Espírito Santo; àqueles a que perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados, e àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos” (Jô XX, 21-22).

Obrigação

Confessar-se ao menos uma vez cada ano – é o que diz o 2º Mandamento da Igreja. Quem não o fizer, comete pecado mortal. Mas o bom cristão procura confessar-se frequentemente.

Depois do Batismo, é só a Confissão que apaga os pecados mortais, exceto em caso de impossibilidade em que basta um ato de contrição perfeita com o desejo de se confessar. Convém frequentar este sacramento para aumento da graça e o robustecimento de nossa alma contra o mal.

Modo de confessar-se

Para fazer boa Confissão são precisas cinco coisas:

1) Exame de consciência: lembrar os pecados cometidos.
2) Arrependimento: ter pena e verdadeira dor de ter ofendido a Deus e detestar o pecado.
3) Propósito: prometer não pecar mais.
4) Confissão: contar todos os pecados (mortais, obrigatoriamente; os veniais, facultativamente), ao padre para ele, em nome de Deus, nos perdoar.
5) Satisfação: Executar a penitência que o padre impuser. Praticamente.


No Ato da Confissão

Dirigir-se recolhido ao confessionário e dizer “Padre, dai-me a bênção, porque pequei”.

Dizer em seguida quanto tempo faz que se não confessa.

Contar então claramente os pecados; se houver dúvidas, perguntar; ouvir as palavras do confessor e responder-lhe às perguntas.

É necessário declarar todos os pecados mortais ainda não confessados, dos quais houver lembrança, indicando o número deles, ao menos aproximadamente, a espécie e as circunstâncias que mudam a espécie do pecado.

É muito útil e meritório acusar também os pecados veniais, embora não seja obrigatório. Após haver contado todos os pecados, pode-se acrescentar: “Peço perdão de todos os pecados e deles me arrependo”.

Ato de Contrição

“Eis-me, ó Senhor, humilhado na vossa presença e cheio de confusão e pesar por tantos pecados que cometi. Arrependo-me sinceramente porque vos amo, pois sois infinitamente bom e sumamente amável. Pesa-me também por ter perdido o céu e merecido o inferno. Perdoai-me e fazei que eu me emende e persevere na vossa graça até a morte, como proponho fazer com o vosso auxílio. Amém.”

Depois da Confissão

Fazer propósitos de não pecar mais e rezar ou cumprir a penitência imposta.

Indenizar, se for o caso, ao próximo pelo dano que lhe foi causado por furto, por calúnia ou difamação.

Fonte: sãopiov.org / aascj.org.br

Esteja de fato com Deus


Meditar é um dos caminhos 
para a comunhão com Deus.

Crie o hábito de silenciar 
a mente e entrar em contato com Deus.

Observará que um novo ser nascerá.
Qualquer momento é o momento correto
para iniciar uma mudança positiva.

Falamos várias vezes ao dia em Deus,
desejamos aos outros que fiquem com Ele, 
que Ele os abençoa, damos graças por diversas
situações que nos apresenta, mas, com consciência,
quase nunca nos sentimos em Sua presença.

Deixe tudo de lado por alguns instantes
durante o dia, quantas vezes puder, 
e pense nele com todo o fervor de seu coração.

Esteja, de fato, com Deus

terça-feira, 19 de julho de 2016

Mestre dos mestres



Que o “Mestre dos mestres” lhe ensine que nas falhas e lágrimas se esculpe a sabedoria.

Que o “Mestre da Sensibilidade” lhe ensine a contemplar as coisas simples e a navegar nas águas da emoção.

Que o “Mestre da vida” lhe ensine a não ter medo de viver e a superar os momentos mais difíceis da sua história.

Que o “Mestre do amor” lhe ensine que a vida é o maior espetáculo no teatro da existência.

Que o “Mestre inesquecível” lhe ensine que os fracos julgam e desistem, enquanto os fortes compreendem e têm esperança.

Não somos perfeitos. Decepções, frustrações e perdas sempre acontecerão.

Mas deus é o artesão do espírito e aa alma humana. Não tenha medo!!!

Depois da mais longa noite surgirá o mais belo amanhecer. Espere-o.

Todos nós passamos por determinadas angústias e ansiedades, pois algumas das mazelas da vida são imprevisíveis e inevitáveis.

Na escola da existência aprende-se que se adquire experiência não só com os acertos e as conquistas, mas, com as derrotas, as perdas e o caos emocional e social.

Foi nessa escola tão sinuosa que JESUS se tornou o “Mestre dos mestres”.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

A caixinha de Deus



Tenho em minhas mãos duas caixas que Deus me deu para guardar.

Ele disse:

- Coloque todas as suas tristezas na preta e todas as suas alegrias na dourada.

Eu entendi suas palavras e, nas duas caixas, tanto minhas alegrias quanto minhas tristezas guardei.

Mas, embora a dourada ficasse cada dia mais pesada, a preta continuava tão leve quanto antes.

Curioso, abri a preta.

Eu queria descobrir o porquê, e vi na base da caixa um buraco pelo qual minhas tristezas saiam.

Mostrei o buraco a Deus e pensei alto:

“Gostaria de saber onde minhas tristezas podem estar…

“Ele sorriu gentilmente para mim e disse:

- Meu filho, elas estão aqui comigo! Perguntei:

- Deus, por que deu-me as caixas?

Por que a dourada inteira e a preta com o buraco?

- Meu filho, a dourada é para você contar suas bênçãos…

E a preta é para você deixar ir embora suas mágoas e tristezas…

Lembre-se sempre de guardar seus momentos mais felizes e deixar ir embora as tristezas!


sábado, 16 de julho de 2016

12 chaves para usar o escapulário de Nossa Senhora do Carmo


“A devoção do Escapulário do Carmo fez descer sobre o mundo copiosa chuva de graças espirituais e temporais”, disse o Papa Pio XII. Conheça aqui 12 chaves para quem usa este objeto religioso.
1. Não é um amuleto
Não é um amuleto nem nenhuma garantia automática de salvação ou uma dispensa para não viver as exigências da vida cristã. “Perguntas: e se eu quiser morrer com meus pecados? Eu te respondo, então morrerá em pecado, mas não morrerá com teu escapulário”, advertia São Cláudio de la Colombière.
2. Era uma veste
Escapulário vem do latim “scapulae” que significa “ombros” e originalmente era uma veste sobreposta que caia dos ombros, usada pelos monges no trabalho. Os carmelitas o assumiram como mostra de dedicação especial à Virgem, buscando imitar sua entrega a Cristo e ao próximo.
3. É um presente da Virgem
Segundo a tradição, o escapulário, tal como se conhece atualmente, foi dado pela própria Virgem Maria a São Simão Stock em 16 de julho de 1251. A Mãe de Deus lhe disse: “Deve ser um sinal e privilégio para ti e para todos os Carmelitas: Aquele que morrer usando o escapulário não sofrerá o fogo eterno”. Posteriormente, a Igreja estendeu este escapulário aos leigos.
4. É um mini hábito
É como um hábito carmelita em miniatura que todos os devotos podem portar como mostra de sua consagração à Virgem. Consiste em um cordão que se coloca no pescoço com duas peças pequenas de tecido cor de café. Uma das peças fica sobre o peito e a outra sobre as costas e se costuma usar sob a roupa.
5. É sinal de serviço
Santo Afonso Maria de Ligório, doutor da Igreja, dizia: “Assim como os homens ficam orgulhosos quando outros usam a sua insígnia, assim a Santíssima Virgem se alegra quando os seus filhos usam o escapulário como sinal de que se dedicam ao seu serviço e são membros da família da Mãe de Deus”.
6. Tem três significados
O amor e o amparo maternal de Maria, a pertença a Nossa Senhora e o suave jugo de Cristo que Ela nos ajuda a levar.
7. É um sacramental
É reconhecido pela Igreja como um sacramental. Ou seja, um sinal que ajuda a viver santamente e a aumentar nossa devoção. O escapulário não comunica graças como fazem os Sacramentos, mas sim dispõe ao amor do Senhor e ao arrependimento se recebido com devoção.
8. Pode ser dado a um não católico
Certo dia, levaram a São Stock um ancião moribundo, que ao recuperar a consciência disse ao santo que não era católico, que usava o escapulário como promessa a seus amigos e que rezava uma Ave Maria diariamente. Antes de morrer, recebeu o batismo e a unção dos enfermos.
9. Foi visto em uma aparição de Fátima
Lúcia, a vidente da Virgem da Fátima, contou que na última aparição (outubro de 1917), Maria apareceu com o hábito carmelita e o escapulário na mão e voltou a pedir que seus verdadeiros filhos o levassem com reverência. Deste modo, pediu que aqueles que se consagrem a Ela o usem como sinal desta consagração.
10. O escapulário que não se danificou
O Beato Papa Gregório X foi enterrado com seu escapulário e 600 anos depois, quando abriram sua tumba, o objeto mariano estava intacto. Algo semelhante aconteceu com Santo Afonso Maria de Ligório. São João Bosco e São João Paulo II também o usavam e São Pedro Claver investia com o escapulário os que convertia e preparava.
11. Não é qualquer um que o pode impor
A imposição do escapulário deve ser feita preferivelmente em comunidade e que na celebração fique bem expresso o sentido espiritual e de compromisso com a Virgem. O primeiro escapulário deve ser abençoado por um sacerdote e posto sobre o devoto com a seguinte oração.
“Recebe este santo Escapulário como sinal da Santíssima Virgem Maria, Rainha do Carmelo, para que, com seus méritos, o uses sempre com dignidade, seja tua defesa em todas as adversidades e te conduza à vida eterna”.
12. Só se abençoa o primeiro que recebe
Quando se abençoa o primeiro escapulário, o devoto não precisa pedir a bênção para escapulários posteriores. Os já gastos, se foram abençoados, não devem ser jogados no lixo, mas podem ser queimados ou enterrados como sinal de respeito.
Fonte: REDAÇÃO CENTRAL, 16 Jul. 16 / 07:00 am (Acidigital)