sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Deus acima de TUDO!



Que todos os nossos sonhos passem pelas mãos de Deus.
Que nada tire o encanto da vida e a importância das coisas simples.
Que o nosso coração filtre todos os sentimentos e emoções, e que só fiquem aqueles que nos fazem bem.
Que nada nos limite, pois o vento que sopra as nossas asas se chama "Fé".
A nossa força vem de Deus, a nossa esperança está em Deus, e a nossa vida está nas mãos de Deus.

Que Deus abençoe o nosso final de semana!

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Parabéns aos catequistas de nossa paróquia

Estimado amigo catequista,

Paz e bem!
Estamos no dia de agradecermos a vocação que o Senhor da Vida e Pastor do Rebanho concedeu a seus filhos: serem catequistas.
A missão do catequista é atrair as pessoas ao seguimento de Jesus e fazer experiência do amor e Deus. É uma pessoa escolhida por Deus através da Igreja e, por ela, encarregada a ser sinal e instrumento eficaz para transmitir, com a própria vida e pela Palavra, a Boa Nova do Reino de Deus que se revelou plenamente em Jesus Cristo.
O caminho para responder ao chamado missionário catequético de Jesus Cristo não é outro senão ensinar com a própria vida e isto não é algo simplesmente justo e verdadeiro, mas belo. Que a beleza do seguimento de Jesus Cristo oriente os corações de nossos catequistas e catequizandos para a eterna Misericórdia de Deus.
É neste espírito que desejamos agradecer ao Senhor o dom da vida de todos os catequistas da nossa jovem Diocese de Colatina. Escolhidos por Deus (Jo 15, 16), servem na humildade e com alegria nossas comunidades, promovendo a educação da fé, fazendo ecoar constantemente a Palavra de Deus e formando semeadores da Esperança do Reino de Deus. Que o Senhor, na sua infinita bondade e ternura, os faça instrumentos de sua Paz.
Como sabemos, neste ano, o Dia do Catequista será celebrado em nível de paróquia. Exortamos que este dia seja marcado pelo companheirismo e fraternidade evangélica, buscando fortalecer os laços de amizade entre os educadores da fé.
Que Maria, estrela da Nova Evangelização, a Senhora da Saúde, proteja e inspire nossos catequistas na sagrada e sublime missão de fazer ecoar a Palavra de Deus.


quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Agradecimento


Eu hoje vim aqui falar com Deus
Não vim para pedir mas para agradecer
Por tudo que passei, problemas,lutas e dor
E sem compreender, obrigado Senhor
Em tudo te dou graças no bem ou no mal
Pois sei que a recompensa virá no final
Não quero me esquecer das bênçãos que tu me dás
E em todos dias meus sempre irei te louvar
Eu sei que Deus me ama, eu sei que Deus me vê
Que tudo que acontece concorre pro meu bem
Que mesmo em meio ao sofrimento
Sem muitas vêzes compreender
Eu posso ter esta certeza que Deus virá me socorrer
Virá me socorrer, virá me socorrer

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Eucaristia, centro e forma da vida da Igreja - Papa Francisco


“Fazei isto em memória de Mim” (1Cor 11,24.25). Esta ordem de Jesus é citada duas vezes pelo apóstolo Paulo, quando narra à comunidade de Corinto a instituição da Eucaristia. É o testemunho mais antigo que temos das palavras de Cristo na Última Ceia.

“Fazei isto”, ou seja, tomai o pão, dai graças e parti-o; tomai o cálice, dai graças e distribuí-o.

Jesus ordena que se repita o gesto com que instituiu o memorial da sua Páscoa, pelo qual nos deu o seu Corpo e o seu Sangue. E este gesto chegou até nós: é o “fazer” a Eucaristia, que tem sempre Jesus como sujeito, mas atua-se por meio das nossas pobres mãos ungidas de Espírito Santo.

“Fazei isto”. Já antes Jesus pedira aos seus discípulos para “fazerem” algo que Ele, em obediência à vontade do Pai, tinha já decidido no seu íntimo realizar; acabamos de ouvir isso no Evangelho.

À vista das multidões cansadas e famintas, Jesus diz aos discípulos: “Dai-lhes vós mesmos de comer” (Lc 9,13). Na realidade, é Jesus que abençoa e parte os pães até saciar toda aquela multidão, mas os cinco pães e os dois peixes são oferecidos pelos discípulos, e era isto o que Jesus queria: que eles, em vez de mandar embora a multidão, colocassem à disposição o pouco que tinham.


E, depois, há outro gesto: os pedaços de pão, partidos pelas mãos santas e veneráveis do Senhor, passam para as pobres mãos dos discípulos, que os distribuem às pessoas.

Também isto é “fazer” com Jesus, é “dar de comer” juntamente com Ele. Evidentemente, este milagre não pretende apenas saciar a fome de um dia, mas é sinal daquilo que Cristo pretende realizar pela salvação de toda a humanidade, dando a sua carne e o seu sangue (cf. Jo 6,48-58).

E, no entanto, é preciso viver sempre estes dois pequenos gestos: oferecer os poucos pães e peixes que temos; receber o pão partido das mãos de Jesus e distribuí-lo a todos.

“Partir”: esta é a outra palavra que explica o significado da frase “fazei isto em memória de Mim”.

O próprio Jesus Se repartiu, e reparte, por nós. E pede que façamos dom de nós mesmos, que nos repartamos pelos outros. Foi precisamente este “partir o pão” que se tornou ícone, sinal de reconhecimento de Cristo e dos cristãos.

Lembremo-nos de Emaús: reconheceram-No “ao partir o pão” (Lc 24,35).Recordemos a primeira comunidade de Jerusalém: “Eram assíduos (…) à fração do pão” (At 2,42).

É a Eucaristia que se torna, desde o início, o centro e a forma da vida da Igreja. Mas pensemos também em todos os santos e santas - famosos ou anônimos - que se “repartiram” a si mesmos, a própria vida, para “dar de comer” aos irmãos.

Quantas mães, quantos pais, juntamente com o pão quotidiano cortado sobre a mesa de casa, repartiram o seu coração para fazer crescer os filhos, e fazê-los crescer bem!

Quantos cristãos, como cidadãos responsáveis, repartiram a própria vida para defender a dignidade de todos, especialmente dos mais pobres, marginalizados e discriminados!

Onde eles encontram a força para fazer tudo isto? Precisamente na Eucaristia: na força do amor do Senhor ressuscitado, que também hoje parte o pão para nós e repete: “Fazei isto em memória de Mim”.

Possa o gesto da Procissão Eucarística, que em breve realizaremos, ser também resposta a esta ordem de Jesus. Um gesto para fazer memória d’Ele; um gesto para dar de comer à multidão de hoje; um gesto para repartir a nossa fé e a nossa vida como sinal do amor de Cristo por esta cidade e pelo mundo inteiro. (rb)

Fonte: Rádio Vaticano

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Nossa Senhora Rainha - 22 de agosto


Em 1944, o Papa Pio XII instituía para o dia 22 de agosto, a festa do Coração Imaculado de Maria, em harmonia com a solenidade do Sagrado Coração de Jesus. Em 1955 estabelecia para 31 de maio a festa de Maria Rainha, paralela à solenidade de Cristo Rei. O novo calendário, assim como aproximou, para mais perfeito significado, a memória do Coração de Maria da solenidade do Coração de Jesus, da mesma forma, colocando a realeza de Maria a 22 de agosto, oito dias após a Assunção, quis pôr em relevo a estreita ligação entre a Assunção e Glorificação de Nossa Senhora. A realeza messiânica é o estado a que são destinados todos os cristãos, Maria foi a primeira a realizar em si a promessa de Jesus: “Comereis e bebereis à minha mesa no meu reino e sentar-vos-eis em tronos para julgar as doze tribos de Israel” (Lc 22,28-30). 

"O Espírito Santo virá sobre ti, e o poder do Altíssimo vai te cobrir com a sua sombra; por isso o Santo que nascer será chamado Filho de Deus". Disse, então, Maria: "Eu sou a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!" Lc. 1,37-38.

Ainda Lucas, nos Atos dos apóstolos, coloca Maria no meio dos apóstolos, recolhida com eles em oração. Ela constitui o vínculo que mantém unidos ao Ressuscitado aqueles homens ainda não robustecidos pelos dons do Espírito Santo. Pois a sua extraordinária humildade e fé total na palavra do anjo, que fez descer sobre a Terra um Deus ainda mais humilde do que ela. E, através de suas virginais virtudes e pureza de coração, Maria ficou ainda mais próxima de seu Filho.
Maria é Rainha, porque é a Mãe de Jesus Cristo, o Rei. Ela é Rainha porque supera todas as criaturas em santidade. "Ela encerra em si toda a bondade das criaturas", diz Dante na Divina Comédia.

Tudo que se refere ao Messias traz a marca da divindade. Assim, todos os cristãos veem em Maria a superabundante generosidade do amor divino, que a acumulou de todos os bens. A Igreja convida o povo a invocá-la não só com o nome de Mãe, mas também com aquele de Rainha, porque ela foi coroada com o duplo diadema, de virgindade e de maternidade divina.

A Virgem Maria Rainha resplandece em todos os tempos, no horizonte da Igreja e do mundo, como sinal de consolação e de esperança segura para todos os cristãos, já cobertos pela dignidade real do Senhor através do Batismo.
A Base Bíblica: O Antigo Testamento, celebra que a Rainha, não é a esposa do Rei, mas sim sua mãe, em hebraico ‘Gebi Rah’, porque não os reis tinham muitas mulheres. Portanto, Betsabá era considerada a Rainha, por ser mãe de Salomão que era Rei.

Também o Salmo 45,10ss; nos mostra a Rainha dos Céus: "Filhas de reis estão entre suas damas de honra: à tua direita está a rainha em ouro de Ofir...mesmo os povos mais ricos implorarão teus favores. Farei teu nome ser lembrado em todas as gerações: portanto os povos te louvarão para todo o sempre." A personificação desta Rainha, com Maria é vidente já que em Lucas 1,48; Maria é a dita proclamada e lembrada entre todas as gerações.

Mas, nenhuma das outras bases bíblicas, supera a mulher do livro do Apocalipse: "Um sinal grandioso apareceu no céu, uma mulher vestida de sol, com a lua sob os pés, e com uma coroa de doze estrelas na cabeça... Ela deu à luz à um menino, que há de governar as nações com um cetro de ferro... " (Ap. 12,1-5)  Neste capítulo, eles deixam claro: Estão falando da Mãe daquele que há de governar todas as nações com um cetro de ferro (Ap 12,5), Jesus. Portanto, estavam falando de Maria. Embora também possa ser dada à Igreja este título.  E quem usa uma coroa, é uma Rainha, portanto, João, vê Maria nos Céus com uma coroa, mostrando ser soberana.

ORAÇÃO: Ó Deus, que fizestes a mãe de vosso Filho nossa mãe e rainha, dai-nos, por sua intercessão, alcançar o reino do céu e a glória prometida aos vossos filhos e filhas. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!
Fonte: Rádio Vaticano